Sintomas do medo
Quando
sentimos medo o corpo se prepara para o famoso “lute ou fuja”. Seu corpo se
prepara para dois resultados possíveis, enfrentar a situação e lutar com ela,
ou sair correndo, fugir.
Isso
faz seu cérebro trabalhar muito intensamente, o que gera mais adrenalina. A
pessoa pode se sentir: tremulo e enjoado, dores agudas nos braços, pernas e
ombros, os sentidos são bombardeados com mais informações do que costuma
administrar e por isso o cérebro não consegue filtrar tanta informação e se
torna super-vigilante, e assim fica mais sensível ao que acontece a sua volta.
Quando
tudo isso acontece em relação a algo que não seja uma ameaça física (ou seja,
você não está sendo atacado de fato), mas acontece em relação a uma ameaça
emocional, como por exemplo, você tem medo de falar com seu chefe, começa uma
espiral de terror onde a o coração dispara, e acelera a adrenalina, que pode
fazer que sujam dores no corpo.
Por
exemplo: Uma pessoa tinha tanto medo de andar de metrô, mas nunca tinha entrado
sequer numa estação de metro. Portanto ele tinha fobia daquilo que ele pensava
que era o metrô. Toda vez que ele passava perto de uma estação de metrô e, só
de pensar em entrar, ele suava frio, seu coração acelerava, seus ombros ficavam
curvados e ele achava que ia desmaiar.
Vejam
que este medo não está relacionado ao ato de entrar no metrô, mas a sensação de
perda de controle que ele associava a andar de metrô.
Como
essa sensação toda era muito forte, ele nunca teve a chance de lidar com o medo
de forma racional.
Medo bobo
Muitas
vezes chamamos de "bobo" medos que consideramos que não deveríamos
ter medos que assim que são superados vemos que não houve grande dificuldade de
enfrentamento, mas porque então estes medos existem e podem nos limitar em
relacionamentos, trabalho, situações familiares e com amigos? Um acompanhamento
psicológico poderá identificar qual o sentido deste medo, aparentemente bobo,
para você em sua história de vida e características de personalidade.